Estado
envia ofício à Câmara Municipal de Toledo, porém não explica as
razões da troca de valores e modelos
O
documento chegou na manhã de hoje ao Gabinete da Vereadora Sueli
Guerra (PMDB) que se diz frustrada com o resultado, uma vez que as
justificativas continuam sem ser preenchidas
Dois
meses após o pedido de esclarecimento feito pela vereadora Sueli
Guerra (PMDB) referente à compra de camas movidas à manivela para o
Hospital Dr. Jorge Nunes – Mini Hospital – O Governo do Estado,
por meio da 20ª Regional de Saúde encaminhou à Câmara Municipal
de Toledo um ofício que trata dos valores das camas adquiridas.
Consta no documento que foram compradas 20 camas hospitalares, do
tipo Camas Fawler, cada uma ao valor de R$ 2.020,00 totalizado
um investimento de R$40.400,00.
A resposta é decorrente de um requerimento feito por Sueli - e
apresentado em sessão ordinária - em que ela solicita um
esclarecimento sobre os valores, uma vez que na data da entrega das
camas, não houve a abertura das caixas. Por esta razão os veículos
de comunicação da região noticiaram as informações repassadas
pelo representante da Frente Parlamentar de Saúde, Vereador Neudi
Mosconi (SDD) e o pelo Chefe da 20ª Regional de Saúde, Odacir
Fiorentim, que informaram a aquisição de 20 camas motorizadas ao
valor de R$ 122.000,00, o que nunca ocorreu.
O
documento chegou na manhã de hoje (15) à Câmara e foi motivo de
frustração para a vereadora Sueli. Segundo ela, o esclarecimento
solicitado em requerimento não ocorreu. “O requerimento que saiu
do meu gabinete solicitava uma justificativa para a troca de valores
e modelos, além das notas fiscais com os valores atribuídos às
compras, porém o que recebemos não passa de uma lista das camas
solicitadas com os seus respectivos valores”, declarou.
Promoção
Política
O
requerimento feito pela vereadora Sueli Guerra foi enviado no dia 8
de agosto e só obteve retorno essa semana, após o período de
campanha eleitoral. A indignação da vereadora se dá pela ausência
de esclarecimento dos fatos e levanta a suspeita de que a demora na
apresentação da suposta prestação de contas possa ter ocorrido
com a intenção de promoção política, uma vez que os dois
responsáveis pela entrega das camas, possuem vínculos políticos
eleitorais com o governo do Estado. “O que isso parece é muito
claro:O caso foi abafado durante o período eleitoral para que não
prejudicasse à parte questionada”, finalizou.
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